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► Avalie as suas competências digitais com a Academia Portugal Digital
A Academia Portugal Digital disponibiliza um instrumento de autoavaliação que ajuda os docentes a reconhecer e analisar o seu nível de competências digitais, com base no DigComp, o quadro europeu de referência. O questionário contempla cinco áreas de competência e pode ser concluído em cerca de 5 minutos.
Esta ferramenta permite identificar o grau atual de proficiência digital e apoiar o desenvolvimento profissional dos docentes, promovendo uma utilização mais eficiente das tecnologias digitais nas práticas pedagógicas.
Participe e fique a conhecer o seu nível de competências digitais em: https://academiaportugaldigital.pt
Após realizar a autoavaliação, convidamos todos os docentes a partilhar o seu nível global de competências digitais com o CFIAP. Esta informação é fundamental para apoiar o diagnóstico das necessidades formativas e planear ações de formação mais ajustadas. Registe os seus resultados através do formulário disponível emAcademia Portugal Digital - Resultados da realização do diagnóstico – Preencher o formulário
INSCRIÇÕES PLANO FORMAÇÃO 2025_2026
Plano de formação disponível no Menu - Documentos
Para que se possa inscrever na formação tem que obrigatoriamente criar conta na plataforma.
Manual do utilizador disponível no Menu - DOCUMENTOS
Consulte a oferta formativa que será desenvolvida pelo CFIAP, ao longo do 2.º e 3.º Períodos, no separador "Oferta Formativa ", em cfiap.cfae.pt/formacao/ (em atualização)
Critérios de seleção dos formandos:
1. A seleção dos candidatos é feita de acordo com as seguintes prioridades:
- 1ª Prioridade: docentes das escolas associadas do CFIAP;
- 2ª Prioridade: outros docentes.
2. Em cada uma das prioridades anteriormente referidas os candidatos são ordenados pela ordem de inscrição.

DIVULGAÇÃO
Prevenção de Comportamentos Aditivos em Contexto Escolar
ACD
6.0 horas
Presencial
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
A escola constitui um contexto privilegiado para a promoção de competências pessoais e sociais, assumindo um papel determinante na prevenção de comportamentos de risco, incluindo os comportamentos aditivos com e sem substância. A crescente complexidade dos desafios enfrentados pelos jovens — desde o ...
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Ref. 242AFCD_24_25-26 Inscrições abertas até 08-05-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: AFCD_24_24-25
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 6.0 horas
Início: 13-05-2026
Fim: 20-05-2026
Regime: Presencial
Local: EPVL - Escola Profissional Vasconcelos Lebre (Mealhada)
Formador
Emidio Abrantes Rodrigues
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
ICAD, I.P. - Centro de Respostas Integradas de Aveiro e EPVL - Escola Profissional Vasconcelos Lebre (Mealhada)
Enquadramento
A escola constitui um contexto privilegiado para a promoção de competências pessoais e sociais, assumindo um papel determinante na prevenção de comportamentos de risco, incluindo os comportamentos aditivos com e sem substância. A crescente complexidade dos desafios enfrentados pelos jovens — desde o consumo de substâncias psicoativas ao uso problemático das tecnologias digitais, incluindo práticas de jogo e apostas, bem como outras dependências comportamentais associadas às redes sociais e aos videojogos — torna-se essencial capacitar os docentes para uma intervenção informada, precoce, preventiva e integrada, alinhada com abordagens educativas promotoras do bem-estar e do desenvolvimento saudável. Os dados nacionais e internacionais têm demonstrado que a adolescência é um período crítico para o início de comportamentos aditivos, sendo este início influenciado por fatores individuais, familiares, escolares e socioculturais. A escola, enquanto contexto de desenvolvimento e socialização, constitui um agente fundamental na identificação precoce de sinais de risco e na implementação de estratégias consistentes de promoção da saúde e bem-estar. A prevenção eficaz envolve não apenas a transmissão de informação, mas sobretudo o desenvolvimento de competências socioemocionais, a promoção de ambientes educativos seguros e positivos, e a capacitação de profissionais que trabalham diariamente com crianças e jovens. Os professores, pela sua relação de proximidade e continuidade com os alunos, assumem um papel determinante na deteção de comportamentos de risco, na promoção de fatores de proteção e na articulação com famílias e serviços especializados. Contudo, muitos docentes referem sentir falta de formação específica sobre comportamentos aditivos, sobretudo no que respeita à sua identificação, compreensão e intervenção precoce. A atualização científica sobre substâncias, padrões de consumo, riscos associados e novas formas de dependência — especialmente as associadas ao mundo digital — é igualmente essencial para que a ação educativa seja informada, consistente e alinhada com as orientações nacionais na área da prevenção. Ao investir na formação dos docentes, a escola fortalece a sua capacidade de promover alunos mais informados, resilientes e capazes de adotar comportamentos saudáveis, contribuindo de forma decisiva para a prevenção de consumos e dependências ao longo da vida.
Objetivos
- Capacitar os docentes para compreenderem os comportamentos aditivos, com e sem substância, integrando o conhecimento científico atual e os fatores de risco e proteção associados. - Desenvolver competências práticas de identificação precoce e encaminhamento adequado de alunos em situação de risco. - Fortalecer o papel da escola enquanto agente de prevenção, promovendo a articulação entre docentes, famílias e serviços especializados.
Conteúdos
Módulo I (3 horas) 1. Comportamentos Aditivos (com e sem substância) 1.1. Enquadramento institucional: estruturas responsáveis pela prevenção e intervenção nos comportamentos aditivos. 1.2 Enquadramento legal: Principais normas legais associadas ao consumo, posse e venda de substâncias psicoativas e principais orientações relacionadas com dependências comportamentais (jogo, apostas, segurança digital). 1.3 Comportamentos aditivos com e sem substância: substâncias psicoativas (álcool, canábis e outras substância) e dependências digitais (jogo, internet e redes sociais). 1.4 Tendências e dados epidemiológicos: dados recentes sobre padrões de consumo em crianças e jovens. Módulo II (3 horas) 2. Prevenção 2.1 Conceitos gerais de prevenção. 2.2. Níveis operacionais: Prevenção universal, seletiva, indicada e ambiental. 2.3 Estratégias de prevenção baseadas em evidência: programas eficazes em contexto educativo. 2.4 Fatores de Risco e fatores de proteção. 2.5 Sinais de alerta precoces 3. Encaminhamento e articulação com a comunidade 3.1 Funcionamento das redes locais de intervenção (saúde escolar, psicologia, CPCJ, respostas especializadas em comportamentos aditivos).
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 13-05-2026 (Quarta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 20-05-2026 (Quarta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Promoção da Saúde Mental
Exclusiva para docentes do AE de Águeda
ACD
3.0 horas
e-learning
Educadores de Infância; Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário; Professores da Educação Especial;
A profissão docente é reconhecida, de forma consistente, como uma das profissões com maior exposição a fatores de risco psicossociais. Estudos nacionais e internacionais evidenciam níveis elevados de stress profissional, exaustão emocional e desgaste psicológico entre professores, associados à ...
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Ref. 234AFCD_16_25-26 Inscrições abertas até 08-05-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: AFCD_16_25-26
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 3.0 horas
Início: 20-05-2026
Fim: 20-05-2026
Regime: e-learning
Local: on-line
Formador
Rosália Maria da Rocha Coelho
Destinatários
Educadores de Infância; Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário; Professores da Educação Especial;
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância; Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário; Professores da Educação Especial;. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Enquadramento
A profissão docente é reconhecida, de forma consistente, como uma das profissões com maior exposição a fatores de risco psicossociais. Estudos nacionais e internacionais evidenciam níveis elevados de stress profissional, exaustão emocional e desgaste psicológico entre professores, associados à intensificação do trabalho, à pressão avaliativa, à complexificação das funções docentes e ao aumento das exigências emocionais no quotidiano escolar. Em Portugal, dados apontam que mais de metade dos professores experienciam níveis significativos e elevados de stress profissional, com impacto direto no seu bem-estar psicológico e na sua saúde mental (Reis et al., 2018), realidade que se tem vindo a agravar nos últimos anos, nomeadamente no contexto pós-pandemia, como é sublinhado pela Direção-Geral da Educação (DGE, 2014). A Organização Mundial da Saúde reforça que a saúde mental não se resume à ausência de doença, mas corresponde a um estado de bem-estar que permite ao indivíduo lidar com o stress da vida, trabalhar de forma produtiva e contribuir para a sua comunidade (WHO, 2022). Neste sentido, o mal-estar docente não é apenas uma questão individual, mas um fenómeno organizacional e sistémico, com repercussões diretas no funcionamento das escolas. A literatura é clara ao demonstrar que o bem-estar psicológico dos professores está intimamente relacionado com: • a qualidade das interações pedagógicas, • a gestão da sala de aula, • a capacidade de regulação emocional em contextos de conflito, • e o clima relacional e emocional da escola. Professores em sofrimento psicológico tendem a apresentar maiores dificuldades na gestão do comportamento dos alunos, menor disponibilidade emocional, maior rigidez pedagógica e maior risco de respostas reativas, o que afeta negativamente o envolvimento dos alunos, o sentimento de pertença e o clima de segurança emocional na sala de aula. Por outro lado, professores com maior literacia em saúde mental e competências de autorregulação emocional demonstram maior eficácia pedagógica, relações mais positivas com os alunos e maior capacidade de lidar com situações desafiantes, funcionando também como modelos de regulação emocional e de promoção da saúde psicológica em contexto educativo (OECD; WHO, 2022). Neste sentido, cuidar da saúde mental dos professores é, simultaneamente, cuidar da qualidade das aprendizagens e da inclusão escolar. As escolas são reconhecidas como contextos privilegiados para a promoção da saúde mental, não apenas dos alunos, mas também dos adultos que nelas trabalham. O modelo de Escola Promotora de Saúde, adotado pela DGS e pela DGE, sublinha a importância de desenvolver competências pessoais, sociais e emocionais, bem como de criar ambientes educativos saudáveis e protetores. A promoção da saúde mental dos professores implica: • desenvolver a literacia em saúde mental; • reforçar competências de autocuidado e autorregulação emocional; • capacitar para a identificação precoce de sinais de sofrimento psicológico; • e dotar os docentes de estratégias práticas de resposta e encaminhamento em situações de risco. A formação em Primeiros Socorros em Saúde Mental, adaptada ao contexto escolar, surge como uma resposta eficaz, baseada em evidência científica, permitindo aos professores agir de forma segura, ética e informada, protegendo-se a si próprios e aos outros. Esta ação de formação articula-se diretamente com o trabalho desenvolvido na área da promoção da saúde mental em contexto escolar, bem como com projetos de investigação que valorizam a escuta, o bem-estar emocional e a construção de ambientes educativos mais humanos, seguros e inclusivos.
Objetivos
Objetivo Geral Promover a literacia em saúde mental dos professores, reforçando competências de autoconsciência, autorregulação emocional e atuação inicial em situações de sofrimento psicológico, com impacto positivo no seu bem-estar e na prática pedagógica. Objetivos Específicos No final da ação de formação, os participantes deverão ser capazes de: 1. Reconhecer a importância da saúde mental no exercício da profissão docente, identificando fatores de risco e de proteção associados ao contexto escolar. 2. Compreender conceitos básicos de saúde mental, distinguindo stress, sofrimento psicológico e perturbação mental, numa lógica de contínuo de saúde mental. 3. Identificar sinais de alerta de sofrimento psicológico em si próprios e em colegas/alunos, promovendo uma postura preventiva e não estigmatizante. 4. Desenvolver competências básicas de autoconsciência e autorregulação emocional, aplicáveis ao quotidiano profissional docente. 5. Aplicar estratégias simples de autocuidado psicológico, adequadas à realidade e às exigências da profissão docente. 6. Adotar atitudes de escuta ativa, empatia e comunicação segura em situações de sofrimento emocional em contexto escolar. 7. Conhecer princípios básicos de Primeiros Socorros em Saúde Mental, compreendendo quando e como agir e quando encaminhar para apoio especializado. 8. Refletir sobre o impacto do bem-estar psicológico do professor na qualidade das relações pedagógicas e no clima da sala de aula. A ação visa ainda contribuir para que os docentes: • reforcem práticas pedagógicas mais conscientes do impacto emocional do ensino; • promovam ambientes educativos mais seguros, empáticos e reguladores; • assumam o autocuidado como uma dimensão legítima da profissão de docente.
Conteúdos
Bloco 1 – Saúde mental e profissão docente: reconhecer para cuidar Conteúdos: • Conceito de saúde mental: da ausência de doença ao bem-estar psicológico. • A saúde mental como contínuo (do equilíbrio ao sofrimento). • Principais fatores de risco psicossociais na profissão docente: o stress profissional, o sobrecarga emocional, o pressão relacional e organizacional, o desgaste emocional e burnout. • Impacto do sofrimento psicológico: o no bem-estar do professor, o na prática pedagógica, o nas relações educativas e no clima da sala de aula. • Estigma em saúde mental: mitos frequentes no contexto escolar. Bloco 2 – Autoconsciência e autorregulação emocional no quotidiano docente Conteúdos: • Emoções e corpo: sinais físicos e emocionais de stress e sobrecarga. • Autoconsciência emocional: o reconhecer o que sinto, o identificar gatilhos no contexto escolar. • Autorregulação emocional: o criar pausas entre emoção e ação, o responder em vez de reagir. • Estratégias simples de regulação emocional: o respiração consciente, o ancoragem corporal, o micro-pausas reguladoras em contexto de sala de aula. • Autocuidado psicológico na profissão docente: o o que é (e o que não é), o pequenas práticas possíveis no dia a dia escolar. Bloco 3 – Primeiros Socorros em Saúde Mental em contexto escolar Conteúdos: • O que são Primeiros Socorros em Saúde Mental: o princípios básicos, o limites da atuação docente. • Identificação de sinais de alerta: o ansiedade intensa, o ataques de pânico, o sofrimento emocional agudo, o exaustão emocional. • Como agir de forma segura: o escuta ativa e validação emocional, o comunicação calma e não julgadora, o o que dizer e o que evitar. • Encaminhamento e rede de apoio: o quando pedir ajuda, o articulação com serviços internos e externos. • Cuidar de quem ajuda: proteger o professor no processo de apoio. Bloco 4 – Integração e transferência para a prática profissional Conteúdos: • Relação entre bem-estar docente e qualidade das práticas educativas. • O professor como modelo emocional na sala de aula. • Construção de ambientes educativos emocionalmente seguros. • Reflexão orientada: o o que levo desta ação? o o que posso mudar já amanhã? • Compromissos possíveis de autocuidado e cuidado coletivo.
Observações
Referências Bibliográficas Direção-Geral da Educação & Direção-Geral da Saúde. (2019). Saúde mental em saúde escolar: Manual para a promoção das aprendizagens socioemocionais em meio escolar. Lisboa: DGE/DGS. Direção-Geral da Educação. (2014). Promoção da Educação para a Saúde – Educação para a Saúde Psicológica e Bem-Estar. Lisboa: DGE. Goleman, D. (1995). Emotional intelligence. New York: Bantam Books. Jennings, P. A., & Greenberg, M. T. (2009). The prosocial classroom: Teacher social and emotional competence in relation to student outcomes. Review of Educational Research, 79(1), 491–525. Jorm, A. F. (2012). Mental health literacy: Empowering the community to take action for better mental health. American Psychologist, 67(3), 231–243. Kitchener, B. A., & Jorm, A. F. (2002). Mental health first aid training for the public: Evaluation of effects on knowledge, attitudes and helping behavior. BMC Psychiatry, 2(10). OECD. (2020). Teacher well-being: A framework for data collection and analysis. Paris: OECD Publishing. Reis, S., Gomes, A. R., & Marques Pinto, A. (2018). Stress ocupacional em professores: Prevalência, fontes e impacto no bem-estar psicológico. Psicologia, Saúde & Doenças, 19(2), 208–221. https://doi.org/10.15309/18psd190204 World Health Organization. (2022). Comprehensive mental health action plan 2013–2030. Geneva: WHO.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 20-05-2026 (Quarta-feira) | 16:00 - 19:00 | 3:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
15.º Encontro com a Educação_ (Re)pensar a Educação Hoje: Do Digital ao Essencial — Cuidar, Aprender, Ser
ACD
5.0 horas
Presencial
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Num contexto marcado por rápidas transformações tecnológicas, sociais e culturais, a educação enfrenta novos desafios que exigem reflexão e adaptação por parte dos profissionais da área. A crescente presença do digital nas escolas trouxe inúmeras oportunidades para o ensino e a aprendizagem, mas também ...
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Ref. 241AFCD_23_25-26 Inscrições abertas até 20-05-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: AFCD_23_24-25
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 5.0 horas
Início: 23-05-2026
Fim: 23-05-2026
Regime: Presencial
Local: Grande Hotel do Luso
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Município da Mealhada
Enquadramento
Num contexto marcado por rápidas transformações tecnológicas, sociais e culturais, a educação enfrenta novos desafios que exigem reflexão e adaptação por parte dos profissionais da área. A crescente presença do digital nas escolas trouxe inúmeras oportunidades para o ensino e a aprendizagem, mas também reforçou a necessidade de repensar o equilíbrio entre a inovação tecnológica e os aspetos essenciais da educação, como o cuidado, a relação pedagógica e o desenvolvimento integral das crianças e dos alunos. Neste sentido, o 15.º Encontro com a Educação, com o tema “(Re)pensar a Educação Hoje: Do Digital ao Essencial — Cuidar, Aprender, Ser”, pretende criar um espaço de reflexão, partilha e diálogo entre educadores, professores e outros profissionais da educação. A iniciativa procura contribuir para a valorização de práticas educativas que integrem o digital de forma consciente e significativa, sem perder de vista a dimensão humana da aprendizagem e o papel fundamental da escola na formação de cidadãos críticos, autónomos e socialmente responsáveis.
Objetivos
• Promover a reflexão sobre os desafios atuais da educação num contexto marcado pela transformação digital; • Debater o papel das tecnologias digitais no processo de ensino e aprendizagem; • Valorizar a dimensão humana da educação, reforçando a importância do cuidado, da relação e da empatia no contexto educativo; • Incentivar a integração equilibrada do digital com práticas pedagógicas significativas; • Partilhar experiências, práticas e perspetivas entre profissionais da educação. • Promover estratégias educativas que favoreçam o bem-estar, a autonomia e o pensamento crítico dos alunos; • Contribuir para o desenvolvimento de práticas educativas mais conscientes, inclusivas e centradas no desenvolvimento integral das crianças e alunos.
Conteúdos
- A Ética do Cuidado – O bem-estar e a saúde mental como eixos estruturantes da educação; - Pensamento Crítico: Cultivar a Dúvida Intelectual na Era Digital; - “Ensinar a Escolher” – O papel da escola na formação do pensamento crítico para a vida; - Reconquistar a Atenção dos Jovens – Estratégias e Boas Práticas; - Caminhos Conscientes: Como ajudar os Jovens a Decidir com Razão; - Cuidar de Quem Educa: Bem-Estar no Dia a Dia Escolar; - Pais Digitais: Desafios e Oportunidades; - O Papel da Empatia e da Escuta Ativa na Escola.
Anexo(s)
Programa 15.º Encontro com a Educação
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 23-05-2026 (Sábado) | 10:00 - 13:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 23-05-2026 (Sábado) | 14:30 - 16:30 | 2:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
MEMÓRIAS DOS CFAE
Neste site podem encontrar-se diversas informações que permitem conhecer a atividade dos Centros de Formação nas últimas três décadas.
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