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Consulta e download de documentos e formulários.

Legislação

Consulte a legislação em vigor

 ► Avalie as suas competências digitais com a Academia Portugal Digital

A Academia Portugal Digital disponibiliza um instrumento de autoavaliação que ajuda os docentes a reconhecer e analisar o seu nível de competências digitais, com base no DigComp, o quadro europeu de referência. O questionário contempla cinco áreas de competência e pode ser concluído em cerca de 5 minutos.
Esta ferramenta permite identificar o grau atual de proficiência digital e apoiar o desenvolvimento profissional dos docentes, promovendo uma utilização mais eficiente das tecnologias digitais nas práticas pedagógicas.
Participe e fique a conhecer o seu nível de competências digitais em: https://academiaportugaldigital.pt

Após realizar a autoavaliação, convidamos todos os docentes a partilhar o seu nível global de competências digitais com o CFIAP. Esta informação é fundamental para apoiar o diagnóstico das necessidades formativas e planear ações de formação mais ajustadas. Registe os seus resultados através do formulário disponível emAcademia Portugal Digital - Resultados da realização do diagnóstico – Preencher o formulário

 

INSCRIÇÕES PLANO FORMAÇÃO 2025_2026

Plano de formação disponível no Menu - Documentos

Para que se possa inscrever na formação tem que obrigatoriamente criar conta na plataforma.

Manual do utilizador disponível no Menu - DOCUMENTOS

Consulte a oferta formativa que será desenvolvida pelo CFIAP, ao longo do 2.º e 3.º Períodos, no separador "Oferta Formativa ", em cfiap.cfae.pt/formacao/ (em atualização)

 

Critérios de seleção dos formandos:

1.  A seleção dos candidatos é feita de acordo com as seguintes prioridades:

 - 1ª Prioridade: docentes das escolas associadas do CFIAP;

- 2ª Prioridade: outros docentes.

2. Em cada uma das prioridades anteriormente referidas os candidatos são ordenados pela ordem de inscrição.

 

DIVULGAÇÃO

A Inclusão de alunos com Perturbação do espectro do Autismo
Exclusiva para assistentes operacionais do AE de Sever do Vouga

Curso

 

15.0 horas

 

Presencial

 

Assistentes Operacionais

AE de Sever do Vouga

Este curso decorre dos pressupostos inseridos no Decreto-Lei 54/2018 de 6 de julho, onde se estabelecem «os princípios e as normas que garantem a inclusão, enquanto processo que visa responder à diversidade das necessidades e potencialidades de todos e de cada um dos alunos…»; a mobilização de medidas ...
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Ref. 141PND_ A4_25_26 Inscrições abertas até 31-03-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: DGAE/1079/2023

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 15.0 horas

Início: 07-04-2026

Fim: 09-04-2026

Regime: Presencial

Local: AE de Sever do Vouga

Formador

Susana Isabel Ribeiro Moreira de Oliveira

Destinatários

Assistentes Operacionais

Acreditado pelo

DGAE - Direção-Geral da Administração Escolar

Enquadramento

Este curso decorre dos pressupostos inseridos no Decreto-Lei 54/2018 de 6 de julho, onde se estabelecem «os princípios e as normas que garantem a inclusão, enquanto processo que visa responder à diversidade das necessidades e potencialidades de todos e de cada um dos alunos…»; a mobilização de medidas universais, seletivas e/ou adicionais; que «Estas medidas são desenvolvidas tendo em conta os recursos e os serviços de apoio ao funcionamento da escola, os quais devem ser convocados pelos profissionais da escola, numa lógica de trabalho colaborativo e de corresponsabilização com os docentes de educação especial, em função das especificidades dos alunos» e a dinamização de Unidades para o Ensino Estruturado de Alunos com Espetro do Autismo enquanto recurso agregado ao CAA. O número de alunos com PEA tem vindo a aumentar exponencialmente nos diferentes níveis de ensino, trazendo novos desafios. Sendo um espetro muito abrangente, onde os alunos apresentam, muitas vezes, dificuldades acentuadas e persistentes ao nível da comunicação, interação, cognição ou aprendizagem que exigem recursos especializados de apoio e, frequentemente acompanhamento por parte de um auxiliar, torna-se impreterível dotar o pessoal não docente de conhecimentos e estratégias que lhes permitam fazer face a esses desafios.

Objetivos

- Dotar o pessoal não docente de conhecimentos mais aprofundados sobre a legislação em vigor, nomeadamente o Decreto-Lei 54/2018 de 6 de julho; - Dotar o pessoal não docente de conhecimentos mais aprofundados sobre a Perturbação do Espetro do Autismo (PEA): características, necessidades e desafios; - Encontrar estratégias, práticas e metodologias que melhor se adaptem aos diferentes alunos com PEA; - Capacitar o pessoal não docente para o desempenho do seu papel junto de um aluno com PEA; - Partilhar boas práticas e experiência.

Conteúdos

- Enquadramento legal da Educação Inclusiva; - A Perturbação do Espetro do Autismo: * O que é? * O espetro; * Principais características, necessidades e desafios; - Recursos humanos, materiais e organizacionais a mobilizar; * Pessoal docente e não docente; * Técnicos Especializados; * As Unidades para o Ensino Estruturado de Alunos com Espetro do Autismo; * O Centro de Apoio à Aprendizagem;* Os Centros de Recursos para a Inclusão; * Instituições da Comunidade; * Serviços de Saúde; - Estratégias de Intervenção em Contexto Educativo; - Apoio na planificação, desenvolvimento e avaliação do aluno com PEA * instrumentos, metodologias, contextos e critérios.

Avaliação

Avaliação com base na: - Participação nas sessões – dinâmica e qualidade das intervenções (30%); - Teste escrito /Trabalho individual – 70%. Os formandos serão classificados na escala de 0 a 20 valores. Frequência obrigatória em 80% da formação. Formação acreditada pela Direção Geral da Administração Escolar com o número de registo DGAE/1079/2023 e certificada pelo CFIAP.

Bibliografia

Decreto-Lei 54/2018 de 6 de julho; Filipe, C. (2012). Autismo conceitos, Mitos e Preconceitos. Lisboa. Babel; Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais - DSM-V;Norma nº 002/2019 de 23/04/2019 da DGS;


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 07-04-2026 (Terça-feira) 09:00 - 12:30 3:30 Presencial
2 07-04-2026 (Terça-feira) 13:30 - 16:00 2:30 Presencial
3 08-04-2026 (Quarta-feira) 09:00 - 12:30 3:30 Presencial
4 08-04-2026 (Quarta-feira) 13:30 - 16:00 2:30 Presencial
5 09-04-2026 (Quinta-feira) 09:00 - 12:00 3:00 Presencial

INSCREVER-ME

271
313

Canva Educação: Criação de Recursos Didáticos com IA

Curso

 

25.0 horas

 

Presencial

 

Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial

CFIAP - Escola Secundária Adolfo Portela

O ensino atual enfrenta desafios cada vez maiores na adaptação a um mundo digital em constante evolução. As ferramentas tecnológicas desempenham um papel essencial na criação de ambientes de aprendizagem inovadores e eficazes. Neste contexto, o Canva surge como uma plataforma versátil e intuitiva, ...
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Ref. 204A42_T2_25_26 Inscrições abertas até 03-03-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-133994/25

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 15-04-2026

Fim: 17-06-2026

Regime: Presencial

Local: CFIAP - Escola Secundária Adolfo Portela

Formador

Jorge Manuel Miranda Henriques

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O ensino atual enfrenta desafios cada vez maiores na adaptação a um mundo digital em constante evolução. As ferramentas tecnológicas desempenham um papel essencial na criação de ambientes de aprendizagem inovadores e eficazes. Neste contexto, o Canva surge como uma plataforma versátil e intuitiva, permitindo a criação de recursos didáticos apelativos, interativos e personalizados. Este curso visa capacitar os docentes para a utilização da versão educativa do Canva, explorando as suas funcionalidades básicas e avançadas, incluindo ferramentas de Inteligência Artificial (IA) e aplicações integradas (Apps). Desta forma, pretende-se potenciar a prática pedagógica, promovendo aulas mais dinâmicas, atrativas e adaptadas às necessidades e interesses dos alunos.

Objetivos

- Capacitar os docentes para utilizar a plataforma Canva na versão educativa, explorando as suas funcionalidades básicas e avançadas. - Desenvolver competências na criação de recursos didáticos diversos, apelativos e personalizados, adequados às diversas áreas curriculares. - Integrar recursos de Inteligência Artificial (IA) no processo de design de materiais pedagógicos. - Explorar aplicações integradas (Apps) do Canva para enriquecer os projetos educativos. - Potenciar a utilização do Canva como uma ferramenta para promover aulas mais dinâmicas, interativas e adaptadas às necessidades e interesses dos alunos.

Conteúdos

- Introdução ao Canva Educação – Criação e configuração de conta, ambiente de trabalho e exploração de funcionalidades básicas. - Design de Recursos Didáticos Simples - Personalização de templates, utilização de elementos gráficos e organização de layouts. - Funcionalidades Avançadas do Canva - Desenvolvimento de projetos diversos, interativos e colaborativos. - Integração de Inteligência Artificial (IA) - Criação e otimização de designs com IA, incluindo geração de texto e imagem, criação e edição de imagem, vídeo e áudio. - Exploração de Aplicações Integradas (Apps) - Utilização de Apps para enriquecer designs, com ferramentas de vídeo, animação, interatividade, produtividade, etc... - Aplicação Prática na Educação - Criação de recursos educativos e planificação de atividades pedagógicas.

Metodologias

Este curso será predominantemente prático, com uma abordagem centrada na criação de recursos didáticos, promovendo a aplicação imediata dos conhecimentos adquiridos. Os formandos desenvolverão recursos pedagógicos de forma prática, com orientação passo a passo. Na última sessão presencial, terão a oportunidade de apresentar os seus projetos, proporcionando momentos de partilha e reflexão.

Avaliação

A avaliação será traduzida numa escala de classificação quantitativa de 1 a 10 valores. Os critérios serão elaborados de acordo com as orientações da entidade formadora, tendo por base os seguintes itens: - Participação nas sessões– dinâmica e qualidade das intervenções (30%); - Trabalho escrito individual (70%).

Bibliografia

MACHADO, Eusébio André, Trabalho Docente na Era Digital, Porto Editora, 2023FAUSTO, Camargo, A Sala de Aula Digital, Penso, 2021MONTEIRO, Angélica, Ensinar e Aprender Online com Tecnologias Digitais, Porto Editora, 2012PINA, João Aragão e, Apresentações que Falam por Si, Lidel, 2011


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 15-04-2026 (Quarta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
2 22-04-2026 (Quarta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
3 29-04-2026 (Quarta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
4 06-05-2026 (Quarta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
5 13-05-2026 (Quarta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
6 20-05-2026 (Quarta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
7 27-05-2026 (Quarta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Presencial
8 17-06-2026 (Quarta-feira) 17:00 - 21:00 4:00 Presencial

INSCREVER-ME

313
326

Migração e interculturalismo
Exclusiva para docentes do AE de Águeda

ACD

 

3.0 horas

 

e-learning

 

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

on-line

A crescente diversidade cultural e linguística nas escolas portuguesas constitui hoje um dos maiores desafios, e simultaneamente uma das maiores oportunidades, para a prática docente. Em contextos como o concelho de Águeda, onde os alunos migrantes representam uma percentagem significativa da população ...
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Ref. 235AFCD_17_25-26 Inscrições abertas até 22-04-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: AFCD_17_25-26

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 29-04-2026

Fim: 29-04-2026

Regime: e-learning

Local: on-line

Formador

Rosália Maria da Rocha Coelho

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Enquadramento

A crescente diversidade cultural e linguística nas escolas portuguesas constitui hoje um dos maiores desafios, e simultaneamente uma das maiores oportunidades, para a prática docente. Em contextos como o concelho de Águeda, onde os alunos migrantes representam uma percentagem significativa da população escolar, a inclusão deixou de ser uma questão marginal para se tornar uma dimensão estrutural da qualidade educativa. Apesar do robusto enquadramento legislativo nacional em matéria de educação inclusiva (nomeadamente o Decreto-Lei n.º 54/2018 e o Decreto-Lei n.º 55/2018), diversos estudos realizados em contexto escolar evidenciam que persistem dificuldades na tradução destas orientações em práticas pedagógicas consistentes, quotidianas e equitativas. Em particular, verifica-se que muitos docentes manifestam compromisso ético com a inclusão, mas referem limitações ao nível da formação específica, da clareza conceptual sobre interculturalismo e da operacionalização pedagógica da diversidade cultural em sala de aula. O estudo nacional (2026) desenvolvido em parceria com a EPIS revela dados especialmente relevantes para a prática profissional docente: • níveis elevados de perceção de discriminação por parte de alunos com origem imigrante; • integração ainda residual da herança cultural dos alunos no currículo; • dificuldades na gestão pedagógica de salas de aula culturalmente diversas; • e uma tendência para abordagens uniformizadoras, que confundem igualdade com tratamento igual, invisibilizando diferenças significativas. Ancorada simultaneamente em evidência científica recente e na experiência concreta das escolas, esta ação alinha-se com uma visão de escola democrática e humanista, onde a inclusão não se esgota no acesso, mas se concretiza na participação, no reconhecimento e no sucesso educativo de todos os alunos. A Recomendação n.º 3/2022 do Conselho Nacional de Educação sublinha a importância do acolhimento de migrantes e da construção de uma escola mais inclusiva, defendendo abordagens educativas que respondam à diversidade cultural e aos direitos educativos dos alunos migrantes De acordo com o documento da Direção-Geral da Educação (2024), a inclusão de alunos migrantes no sistema educativo implica a implementação de medidas estruturadas de acolhimento, aprendizagem da língua portuguesa e estratégias pedagógicas que promovam a igualdade de oportunidades para todos os estudantes. Num tempo em que a diversidade já habita as salas de aula, formar para o interculturalismo não é antecipar o futuro, é responder com responsabilidade ao presente.

Objetivos

Neste contexto, a ação de formação Migração e Interculturalismo assume-se como uma resposta formativa curta, focada e situada, orientada para o exercício profissional dos docentes, com impacto direto na prática pedagógica. A formação propõe-se: • clarificar conceitos-chave como migração, interculturalismo, inclusão e pertença; • promover a reflexão crítica sobre representações, expectativas e práticas docentes face aos alunos migrantes; • apoiar os professores na mobilização pedagógica da diversidade cultural e linguística como recurso educativo; • e reforçar competências práticas para a criação de ambientes de aprendizagem mais inclusivos, dialogantes e promotores de bem-estar.

Conteúdos

Bloco 1 – Migração hoje: quem são os nossos alunos? (1h) Conteúdos: • Migração no contexto educativo português: o Tendências atuais e diversidade de percursos migratórios (alunos de 1.ª e 2.ª geração). o Migração, refúgio, mobilidade e vulnerabilidade: clarificação conceptual. • Alunos migrantes na escola: o Percursos escolares interrompidos, descontinuidades curriculares e desafios linguísticos. o Impacto da migração no bem-estar, na identidade e no sentimento de pertença. • Da igualdade formal à equidade educativa: o Diferença entre “tratar todos por igual” e “responder às necessidades de cada um”. o Invisibilização, estigmatização e expectativas baixas: riscos silenciosos na prática docente. Bloco 2 – Interculturalismo na prática pedagógica (1h) Conteúdos: • Interculturalismo em educação: o Diferença entre multiculturalismo, assimilação e interculturalismo. o A diversidade como recurso pedagógico e não como problema. • Currículo e sala de aula: o Integração (ou ausência) da herança cultural e linguística dos alunos no currículo. o Língua materna, PLNM e aprendizagem: mitos frequentes e evidência científica. • Práticas pedagógicas inclusivas: o Estratégias simples de diferenciação pedagógica em contextos multiculturais. o Organização da sala de aula, trabalho colaborativo e promoção de interações entre pares. o Papel do professor como mediador cultural. Bloco 3 – Clima relacional, pertença e sucesso escolar (1h) Conteúdos: • Inclusão como fenómeno relacional: o Discriminação, microagressões e exclusão subtil em contexto escolar. o Relação professor–aluno e expectativas académicas. • Sentimento de pertença e participação: o Importância das relações entre pares, da participação em atividades e da assunção de responsabilidades. o O papel da turma como rede social primária. • Escola, família e comunidade: o Comunicação intercultural com famílias migrantes. o Estratégias de acolhimento e colaboração escola–família. • Do diagnóstico à ação: o Pequenas mudanças com grande impacto: exemplos de práticas promotoras de pertença.


Observações

Referências Bibliográficas Adeusi, O., Meehan, C., Dryden-Peterson, S., & Nilsson, J. (2025). Policies and practices for the inclusion of migrant students: A systematic international review. International Journal of Educational Research, 120, 102150. https://doi.org/10.1016/j.ijer.2024.102150 Alexander, J. C. (1982). Theoretical logic in sociology: Vol. 1. Positivism, presuppositions, and current controversies. University of California Press. Bourdieu, P. (2004). Os usos sociais da ciência: Por uma sociologia clínica do campo científico. Edições Afrontamento. Cisternas, F., & Quintana, C. (2018). Educar desde la invisibilidad: Reconocimiento, encuentro y diálogo. Ediciones Universidad Católica del Maule. Conselho Nacional de Educação. (2022). Recomendação n.º 3/2022: Acolhimento de migrantes e construção de uma escola mais inclusiva. Diário da República, 2.ª série, n.º 124, 29 de junho de 2022. https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/recomendacao/3-2022-185371627 Dežan, A., Škof, B., & Vrečer, N. (2020). Monocultural curricula and migrant students: Limits of inclusion policies in education. Journal of Curriculum Studies, 52(4), 475–492. https://doi.org/10.1080/00220272.2020.1731207 Direção-Geral da Educação. (2024). Inclusão de alunos migrantes em meio educativo. Ministério da Educação. https://www.dge.mec.pt/noticias/inclusao-de-alunos-migrantes-em-meio-educativo Dobson, J., Cook, T., & McDonald, S. (2021). Belonging as an operational value in inclusive schools. International Journal of Inclusive Education, 25(1), 1–15. https://doi.org/10.1080/13603116.2019.1707305 Faneca, R. (2018). Educação intercultural e alunos migrantes: Entre o reconhecimento da diversidade e a assimilação cultural. Revista Portuguesa de Educação, 31(2), 167–187. https://doi.org/10.21814/rpe.13061 Fitzgerald, T., & Radford, J. (2020). Leadership, school culture and inclusion: A critical perspective. Educational Management Administration & Leadership, 48(4), 657–674. https://doi.org/10.1177/1741143219836681 Foucault, M. (2004). Vigiar e punir: Nascimento da prisão (28.ª ed.). Vozes. Freire, P. (1970). Pedagogia do oprimido. Paz e Terra. Meehan, C., Nilsson, J., & Dryden-Peterson, S. (2021). Education policies for migrant students in Europe: Between access, inclusion and belonging. Comparative Education Review, 65(3), 403–429. https://doi.org/10.1086/714473 Rodrigues, D. (2019). Educação inclusiva em Portugal: Avanços, desafios e paradoxos. Educação, Sociedade & Culturas, 55, 7–24. Silva, C., & Silva, M. (2022). Educação intercultural e práticas pedagógicas: Um movimento pedagógico para todos. Revista Lusófona de Educação, 55, 507–525. https://doi.org/10.24140/issn.1645-7250.rle55.32 Vygotsky, L. S. (1978). Mind in society: The development of higher psychological processes. Harvard University Press. Vygotsky, L. S. (2001). A construção do pensamento e da linguagem. Martins Fontes.

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 29-04-2026 (Quarta-feira) 16:00 - 19:00 3:00 Online síncrona

INSCREVER-ME

326
325

Promoção da Saúde Mental
Exclusiva para docentes do AE de Águeda

ACD

 

3.0 horas

 

e-learning

 

Educadores de Infância; Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário; Professores da Educação Especial;

on-line

A profissão docente é reconhecida, de forma consistente, como uma das profissões com maior exposição a fatores de risco psicossociais. Estudos nacionais e internacionais evidenciam níveis elevados de stress profissional, exaustão emocional e desgaste psicológico entre professores, associados à ...
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Ref. 234AFCD_16_25-26 Inscrições abertas até 08-05-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: AFCD_16_25-26

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 20-05-2026

Fim: 20-05-2026

Regime: e-learning

Local: on-line

Formador

Rosália Maria da Rocha Coelho

Destinatários

Educadores de Infância; Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário; Professores da Educação Especial;

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância; Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário; Professores da Educação Especial;. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira.

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Enquadramento

A profissão docente é reconhecida, de forma consistente, como uma das profissões com maior exposição a fatores de risco psicossociais. Estudos nacionais e internacionais evidenciam níveis elevados de stress profissional, exaustão emocional e desgaste psicológico entre professores, associados à intensificação do trabalho, à pressão avaliativa, à complexificação das funções docentes e ao aumento das exigências emocionais no quotidiano escolar. Em Portugal, dados apontam que mais de metade dos professores experienciam níveis significativos e elevados de stress profissional, com impacto direto no seu bem-estar psicológico e na sua saúde mental (Reis et al., 2018), realidade que se tem vindo a agravar nos últimos anos, nomeadamente no contexto pós-pandemia, como é sublinhado pela Direção-Geral da Educação (DGE, 2014). A Organização Mundial da Saúde reforça que a saúde mental não se resume à ausência de doença, mas corresponde a um estado de bem-estar que permite ao indivíduo lidar com o stress da vida, trabalhar de forma produtiva e contribuir para a sua comunidade (WHO, 2022). Neste sentido, o mal-estar docente não é apenas uma questão individual, mas um fenómeno organizacional e sistémico, com repercussões diretas no funcionamento das escolas. A literatura é clara ao demonstrar que o bem-estar psicológico dos professores está intimamente relacionado com: • a qualidade das interações pedagógicas, • a gestão da sala de aula, • a capacidade de regulação emocional em contextos de conflito, • e o clima relacional e emocional da escola. Professores em sofrimento psicológico tendem a apresentar maiores dificuldades na gestão do comportamento dos alunos, menor disponibilidade emocional, maior rigidez pedagógica e maior risco de respostas reativas, o que afeta negativamente o envolvimento dos alunos, o sentimento de pertença e o clima de segurança emocional na sala de aula. Por outro lado, professores com maior literacia em saúde mental e competências de autorregulação emocional demonstram maior eficácia pedagógica, relações mais positivas com os alunos e maior capacidade de lidar com situações desafiantes, funcionando também como modelos de regulação emocional e de promoção da saúde psicológica em contexto educativo (OECD; WHO, 2022). Neste sentido, cuidar da saúde mental dos professores é, simultaneamente, cuidar da qualidade das aprendizagens e da inclusão escolar. As escolas são reconhecidas como contextos privilegiados para a promoção da saúde mental, não apenas dos alunos, mas também dos adultos que nelas trabalham. O modelo de Escola Promotora de Saúde, adotado pela DGS e pela DGE, sublinha a importância de desenvolver competências pessoais, sociais e emocionais, bem como de criar ambientes educativos saudáveis e protetores. A promoção da saúde mental dos professores implica: • desenvolver a literacia em saúde mental; • reforçar competências de autocuidado e autorregulação emocional; • capacitar para a identificação precoce de sinais de sofrimento psicológico; • e dotar os docentes de estratégias práticas de resposta e encaminhamento em situações de risco. A formação em Primeiros Socorros em Saúde Mental, adaptada ao contexto escolar, surge como uma resposta eficaz, baseada em evidência científica, permitindo aos professores agir de forma segura, ética e informada, protegendo-se a si próprios e aos outros. Esta ação de formação articula-se diretamente com o trabalho desenvolvido na área da promoção da saúde mental em contexto escolar, bem como com projetos de investigação que valorizam a escuta, o bem-estar emocional e a construção de ambientes educativos mais humanos, seguros e inclusivos.

Objetivos

Objetivo Geral Promover a literacia em saúde mental dos professores, reforçando competências de autoconsciência, autorregulação emocional e atuação inicial em situações de sofrimento psicológico, com impacto positivo no seu bem-estar e na prática pedagógica. Objetivos Específicos No final da ação de formação, os participantes deverão ser capazes de: 1. Reconhecer a importância da saúde mental no exercício da profissão docente, identificando fatores de risco e de proteção associados ao contexto escolar. 2. Compreender conceitos básicos de saúde mental, distinguindo stress, sofrimento psicológico e perturbação mental, numa lógica de contínuo de saúde mental. 3. Identificar sinais de alerta de sofrimento psicológico em si próprios e em colegas/alunos, promovendo uma postura preventiva e não estigmatizante. 4. Desenvolver competências básicas de autoconsciência e autorregulação emocional, aplicáveis ao quotidiano profissional docente. 5. Aplicar estratégias simples de autocuidado psicológico, adequadas à realidade e às exigências da profissão docente. 6. Adotar atitudes de escuta ativa, empatia e comunicação segura em situações de sofrimento emocional em contexto escolar. 7. Conhecer princípios básicos de Primeiros Socorros em Saúde Mental, compreendendo quando e como agir e quando encaminhar para apoio especializado. 8. Refletir sobre o impacto do bem-estar psicológico do professor na qualidade das relações pedagógicas e no clima da sala de aula. A ação visa ainda contribuir para que os docentes: • reforcem práticas pedagógicas mais conscientes do impacto emocional do ensino; • promovam ambientes educativos mais seguros, empáticos e reguladores; • assumam o autocuidado como uma dimensão legítima da profissão de docente.

Conteúdos

Bloco 1 – Saúde mental e profissão docente: reconhecer para cuidar Conteúdos: • Conceito de saúde mental: da ausência de doença ao bem-estar psicológico. • A saúde mental como contínuo (do equilíbrio ao sofrimento). • Principais fatores de risco psicossociais na profissão docente: o stress profissional, o sobrecarga emocional, o pressão relacional e organizacional, o desgaste emocional e burnout. • Impacto do sofrimento psicológico: o no bem-estar do professor, o na prática pedagógica, o nas relações educativas e no clima da sala de aula. • Estigma em saúde mental: mitos frequentes no contexto escolar. Bloco 2 – Autoconsciência e autorregulação emocional no quotidiano docente Conteúdos: • Emoções e corpo: sinais físicos e emocionais de stress e sobrecarga. • Autoconsciência emocional: o reconhecer o que sinto, o identificar gatilhos no contexto escolar. • Autorregulação emocional: o criar pausas entre emoção e ação, o responder em vez de reagir. • Estratégias simples de regulação emocional: o respiração consciente, o ancoragem corporal, o micro-pausas reguladoras em contexto de sala de aula. • Autocuidado psicológico na profissão docente: o o que é (e o que não é), o pequenas práticas possíveis no dia a dia escolar. Bloco 3 – Primeiros Socorros em Saúde Mental em contexto escolar Conteúdos: • O que são Primeiros Socorros em Saúde Mental: o princípios básicos, o limites da atuação docente. • Identificação de sinais de alerta: o ansiedade intensa, o ataques de pânico, o sofrimento emocional agudo, o exaustão emocional. • Como agir de forma segura: o escuta ativa e validação emocional, o comunicação calma e não julgadora, o o que dizer e o que evitar. • Encaminhamento e rede de apoio: o quando pedir ajuda, o articulação com serviços internos e externos. • Cuidar de quem ajuda: proteger o professor no processo de apoio. Bloco 4 – Integração e transferência para a prática profissional Conteúdos: • Relação entre bem-estar docente e qualidade das práticas educativas. • O professor como modelo emocional na sala de aula. • Construção de ambientes educativos emocionalmente seguros. • Reflexão orientada: o o que levo desta ação? o o que posso mudar já amanhã? • Compromissos possíveis de autocuidado e cuidado coletivo.


Observações

Referências Bibliográficas Direção-Geral da Educação & Direção-Geral da Saúde. (2019). Saúde mental em saúde escolar: Manual para a promoção das aprendizagens socioemocionais em meio escolar. Lisboa: DGE/DGS. Direção-Geral da Educação. (2014). Promoção da Educação para a Saúde – Educação para a Saúde Psicológica e Bem-Estar. Lisboa: DGE. Goleman, D. (1995). Emotional intelligence. New York: Bantam Books. Jennings, P. A., & Greenberg, M. T. (2009). The prosocial classroom: Teacher social and emotional competence in relation to student outcomes. Review of Educational Research, 79(1), 491–525. Jorm, A. F. (2012). Mental health literacy: Empowering the community to take action for better mental health. American Psychologist, 67(3), 231–243. Kitchener, B. A., & Jorm, A. F. (2002). Mental health first aid training for the public: Evaluation of effects on knowledge, attitudes and helping behavior. BMC Psychiatry, 2(10). OECD. (2020). Teacher well-being: A framework for data collection and analysis. Paris: OECD Publishing. Reis, S., Gomes, A. R., & Marques Pinto, A. (2018). Stress ocupacional em professores: Prevalência, fontes e impacto no bem-estar psicológico. Psicologia, Saúde & Doenças, 19(2), 208–221. https://doi.org/10.15309/18psd190204 World Health Organization. (2022). Comprehensive mental health action plan 2013–2030. Geneva: WHO.

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